A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil
Enviada em 26/09/2023
Segundo Elisa Oliveira, mestruação, cólicas, amigas falsas e TPM parabéns mulheres vocês são guerreiras. Levando-se em consideração a pobreza mestrual que assola muitas pessoas no país, e a desigualdade econômica para adquirirem absolventes.
O empoderamento feminino é muito mais que garantir os mesmos direitos entre homens e mulheres isso também se passa pelo uma questão de saúde pública como a mestruação. Nessa ótica, meninas, adolescentes, mulheres e transexuais que mestruam, mas não tem condições financeiras de adquirir o modese terminam usando pano, papel higiênico, plástico ou até mesmo miolo de pão podem adquirir várias doenças, como infecção urinária e vaginal. Assim, medidas devem ser tomadas.
Segundo o Instituto Sempre Livre, 22% das meninas não tem higiene mestrual dos 12 aos 14 anos, enquanto dos 15 aos 17 anos esse número sobe para 26%. Nessa perspectiva, foi criada uma Lei de número 14214 que assegura distribuição de modese para mulheres e trans, porém foi vetado os artigos 1 e 3 pelo presidente Jair Bolsonaro dando um golpe e retrocedendo ao direito das mulheres. Assim, algo deve ser feito.
Destarte, os direitos das mulheres passam pela saúde mestrual que é uma questão de saúde pública e direitos humanos. Assim, cabe o Governo Federal aprovar junto ao poder executivo a Lei 14214, ao passo de garantir o aceso amplo nas escolas e Unidades Básicas de Saúde(UBS) o absolvente. Cabe, ao Ministério da Educação(MEC) junto aos docentes nas escola para elaborar palestras sobre o ciclo mestrual e as alterações hormonais, para que assim os direitos das mulheres sejam garantidos.