A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil

Enviada em 17/10/2023

A Constituição Federal de 1988 define que “todos são iguais perante a lei”. A afirmação atribuída a constituição brasileira, pode facilmente ser aplicada a pobreza mentrual como reflexo da desigualdade social no Brasil.Já que há uma lacuna na garantia de métodos de higiene mentrual para alguns indivíduos, mesmo sendo esse um direito constitucional. Nesse sentido, emerge um problema grave em virtude da negligência governamental e da negligência midiática.

Nesse cenário é evidente que a pobreza menstrual é um reflexo da desigualdade social presente no Brasil, e que a negligência governamental tem um grande papel nesse contexto . Para Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem estar dos cidadões.Porém, tal responsabilidade não está sendo honrada quanto á situação, visto a falta de políticas públicas envolvendo a pobreza menstrual no Brasil.Assim, para que tal bem-estar seja usufruído, o Estado precisa sair da inércia em que se encontra.

Além disso, é coerente apontar que a negligência midiática impacta a questão.Para Djamila Ribeiro, filósofa, “um problema só poderá solucionado se for tirado da invisibilidade”.Essa perspectiva está presente na pobreza menstrual, visto que o assunto é pouco discutivo nos veículos de mídia brasileiros, tornando o assunto pouco discutido.Desse modo, é preciso suscitar a ação midiática para a contrução social desejada.

Portanto, faz necessário uma intervenção.Para isso, o governo deve garantir itens de saúde mentrual para toda a pupulação em situação de pobreza mentrual, por meio de políticas públicas a fim de reverter a negligência governamental.Paralelamente, é preciso intervir sobre a negligência midiática.Dessa forma, os preceitos constitucionais poderão fazer parte da realidade brasileira.