A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil

Enviada em 12/10/2023

O conceito de entalpia da física mensura o grau de desordem em um sistema ter-modinâmico, no entanto, fora das ciências da natureza no que concerne a pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil, percebe-se a configura-ção de um problema entrópico, em virtude do caos presente na questão. Essas afirmações advêm da falta de higiene,por necessidade, e das limtações causadas a essas mulheres. Com base nisso mudanças serão necessarias para resolver o problema.

Em uma primeira análise, a constituição federal do Brasil, afirma que a saúde é um direito de todos e um dever do estado, que através de políticas públicas vise re-duzir o risco a saúde. Nesse sentido, a realidade contradiz a constituição devido a falta de higiene, que muitas mulheres em estado de pobreza, precisam se subme-ter usando até mesmo miolo de pão ou sacos plásticos como absorventes. Em de-corrência disso dados fornecidos pelo G1, apontam que 1 a cada 4 meninas de até 19 anos, em Campinas, relatam a falta de recursos de higiene. Dessa forma, pode-se perceber a real dimensão dessa adversidade que vem assolando a nação brasileira.

Observa-se, também, que não se caminha favoravelmente em direção a uma so-lução para esse empasse, haja vista que é fundamental apontar as limitações que a pobreza mentrual traz as jovens. Diante de tal exposto, vale salientar que muitas meninas deixam de ir a escola, durante o período menstrual, devido a falta de absorventes, o que acaba as prejudicando na educação. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Infere-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é fundamental que o Ministério da saúde juntamente com o Ministério da educação, por intermédio de políticas públicas, criem um projeto social de distribuição de absorventes gratuitos nas escolas e nos postos de saúde, afim de minimizar a falta de higiene e os danos a educação dessas jovens. Sendo assim desde que haja par-ceria entre o governo, comunidade e familia será possível amenizar a pobreza menstrual.