A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil

Enviada em 15/10/2023

Quando falamos sobre pobreza menstrual, precisamos ter em mente que ela é reflexo da desigualdade instalada no país. Resumidamente, podemos sitar esta problemática tanto na saúde pública como na violação dos direitos humanos.

Para a saúde pública ser reflexo da pobreza menstrual, basta que a não acessibilidade dfos absorventes se apresente, pois assim apresente como opções objetos menos higiênicos como panos, jornais e até miolo de pão. Isso faz com que as mulheres desenvolvam doenças originadas dessa problemática, como infecções urinárias e vaginais.

Também é indicativo de desigualdade quando se viola os direitos humanos. No Brasil, por exemplo, 1 em cada 4 mulheres não possuem condições para adquirir absorventes para uso pessoal. Não possuierem condições de higiene adequada trás além da falta de dignidade, um impacto social. Visto que essas mulheres vão precisar se ausentar nestes das por falta de absorventes.

Portanto, os indicativos tanto de saúde pública quanto de direitos humanos nos mostra que devemos tomar medidas concretas para amenizar essa situação. O fornecimento de absorvente tanto em postos de saúde quanto em banheiros públicos femininos deveriam se fazer presentes.