A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil

Enviada em 25/10/2023

Desde o Iluminismo, movimento ocorrido no século XVIII, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, observa-se que a probreza menstrual como reflexo da desigualddade social, no Brasil, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado somente na teoria. Assim, a problemática persiste ligada à realidade do país, seja pela falta de politicas públicas e pelo alto custo de absorventes.

Diante dessa realidade, segundo o pensandor Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não o ocorre no Brasil. A exemplo disso, tem-se a falta de politicas públicas que deriva da baixa atuação dos setores governamentais. Desse modo, em muitos locais públicos principalmente em escolas, não possuem absorventes disponíveis para as mulheres. Então, muitas delas quando estão no periodo menstrual, acabam menstruando na roupa, sendo desagradavel.

Outrossim, destaca-se o alto custo de absorventes como impulsionador do problema. Segundo Durkhiem, sociólogo frânces, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar, dotada de coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que grande parte da população feminina não tem condições de comprarem o absorvente. Sendo assim, acabam substituindo-o por sacolas plásticas e papel higiênico, podendo ocasionar doênças como infecção vaginal.

Portanto, medidas viáveis são necessárias para conter o avanço dessa problemática. Por isso, o Governo Federal, pricipal poder executivo do país, deve melhorar o acesso ao absorvente, por meio da criação de políticas públicas, que disponibilizem absorvetes gratuitos em locais públicos, a fim das mulheres terem o acesso ao absorvente e com isso irá diminuir o risco de pegarem doênças. Somente assim, a sociedade poderá alcançar mais progressos, como pretendido pelos pensadores iluministas.