A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil
Enviada em 29/10/2023
A ONU estima que em cada dez meninas perdem aula no período menstrual por falta de absorvente higiênico. Nesse sentido, é evidente a pobreza menstrual como desigualdade social no Brasil. Assim, tem como causas a negligência governamental e desigualdade social econômicas no país.
Em primeiro plano, cabe ao governo a implantação das políticas públicas para o combate à pobreza menstrual.
É importante, analisar que a expressão pobreza vai muito além de acumulação de capital e miséria, pois abrange a falta de Direitos e oportunidades atingindo principalmente a população de baixa renda.
E a partir da pobreza gerada pelo sistema capitalista, que surgem diversos problemas na sociedade, sendo um deles a pobreza menstrual.
Quando falamos de pobreza menstrual, nos deparamos com crise humanitária, sanitária e desigualdades.
Observa-se, no entanto, que o Estado trata o assunto como uma questão de saúde pública, e poucas ações sociais e políticas são ignoradas, transformando a vida dessas meninas mais difíceis, pela falta de recursos para obter os absorventes higiênicos.
Sendo assim, o governo precisa dar mais atenção a essa questão.