A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil
Enviada em 24/01/2024
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se preocupa com o outro. No entanto desde a pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasi, mostra que esse ideal Iluminista não se aplica, seja pela negligência do Brasil ou seja pela precarização do Estado. Assim contribuindo para a precarização da estrutura social no Brasil.
É indubitável, que o Governo poe ser negligente acatteta sua parcela de culpa contra toda a população. Segundo o filosofo John Locke. essa situação configura-se como uma violação do “contrato social”, já que os Governantes, nossa principal fonte de poder, não garante um absorvente para as mulheres em seu período menstrual
Outrossim, destaca-se como a precarização do Estado é uma fonte de garantir que os municípios não terão uma fonte de garantias que suas necessidades básicas vão ser srupidas. Em vista que tivemos um desequilíbrio nos nos 3 poderes. Não tem como o munipal reinar sem o estadual e nem o estadual sem o governamental. Segundo o filosofo Platão precisamos sair da caverna das sombras para viver um mundo de maravilhas. Algo que é impossibilitado pelo o poder estadual e governamental.
Portanto, percebe-se que a pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil, ainda é algo a ser discutido nas casas. Rapidamente o Governo atrelado com os órgãos de saúde deve criar o projeto: “sangue não”, assim afim de orientar para onde todas as mulheres devem ir num período menstrual. Por fim mostrando que a desigualdade social, infelizmente, existe sim, mas a desigualdade menstrual pode ser combatida