A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil
Enviada em 01/02/2024
Capitalismo vs Pré-História
O capitalismo é um sistema econômico responsável pela desigualdade social na sociedade. Ele surgiu, bem como citou Rosseau em o contratualismo social, no momento em que um indivíduo olhou para algo e disse que era dele, acabando dessa forma com a coletividade tão presente nos tempos da Pré-História. Sob essa perspectiva, tem-se o reflexo da discrepância social em relação a menstruação, pois várias moças carecem de utensílios básicos para usar no ciclo da menstrual. Dessa forma, torna-se necessário discorrer sobre a carência da atenção do governo.
Em primeiro lugar, cabe citar quem, em 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que o direito a higiene menstrual é uma questão de saúde pública e dos direitos humanos e, o Brasil, como participante dessas conferências está ciente da importância de oferecer esse acessócio a população. No entanto, isso não está acontecendo porque a pobreza menstrual está presente no cotidiano nos cidadãos, como no Governo Bolsonaro, que este vetou a distribuição de absorventes a estudantes de escola pública. Essa atitude reforça o descaso dos representantes com os brasileiros.
Ademais, vale ressaltar que o artigo um da, Constituição Federal, assegura que o cidadão tem direito a dignida, ou seja, ele tem garantia das necessidades vitais do ser humano. Nesse sentido, a falta de insumos para o período da mulher torna-se um dos períodos mais desconfortáveis para ela porque não tem condição financeira para comprar um absorvente, e 26% de jovens entre 15 e 17 anos passam por essa situação degradante, segundo “Pobreza menstrual - O filme”.
Por fim, é imprescindível que medidas sejam tomadas para amenizar o quadro hodierno. Para que as jovens tenha dignidade durante o período menstrual o Ministério da Saúde juntamente ao Governo Federal crie campanhas de distribuição de absorventes a essas mulheres através do investimento do dinheiro arrecadado dos impostos pagos pelos cidadãos. Assim, as mulheres não enxergarão a menstruação como um problema e a sociedade brasileira se tornará igualitária nesse assunto.