A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil

Enviada em 06/02/2024

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos - promulgada pela ONU - que cerca de quinhentos milhões de mulheres e meninas não tem períodos menstruais seguros e higiênicos. Nesse princípio, com a falta de acesso aos absorventes dificulta e impede de muitas mulheres a realizar seus deveres e crianças com período precoce a irem para a escola ou até mesmo de terem uma vida social. Nesse prisma, destaca-se dois aspectos importantes: a desigualdade social e a ausência de informações.

Em primeiro plano, devido a desigualdade social ainda nos dias de hoje, muitas mulheres acabam optando pelo oque está ao seu alcance. Como a utilização de outros meios não higiênico para a substituição do absorvente. De acordo com a pesquisa do site da UOL publicado em 2019, nos últimos doze meses 28% dessas mulheres tiveram infecção urinária, outras 24% tiveram candidíase e entre outras doenças. Dessa forma, ocasionando esse tipo de doença.

Ademais, a ausência de informação sobre as Unidades Básicas de Saúde, onde são disponibilizadas absorventes, camisinhas e atendimentos gratuito aos cidadãos, não é acessível para muitas mulheres, pela ausência de transportes ou disponibilidade.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar essa problematica. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde e Governo tomar medidas cabíveis para uma possível distribuição de absorventes para caridades e bairros carentes. Portanto, uma importante definição seria a ampliação de Unidades Básicas de Saúde, a fim de assegurar que todas as mulheres tenham acesso ao uso de absorventes e saúde.