A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil
Enviada em 30/03/2024
A menstruação, ciclo natural de todas as mulheres, para algumas pode ser ainda mais desafiador, onde cada vez mais ficam sem apoio em relação ao seu autocuidado principalmente as de baixa renda. O absorvente, item essencial nesse período feminino, o que deveria ser item básico e de direito de cada mulher tem se tornado cada vez mais um produto de elite.
Em pesquisas da ONU (organização das nacões unidas), é estimado que uma garnde parte das meninas faltam as aulas quando estão em seus período por não terem condições de comprar absorventes, e no Brasil absorventes têm carga tributária maior, de 34,48%, do que alguns tipos de computadores, 24,30%. Essa é uma pauta importante e que deve ser debatida já que a pobreza menstrual também causa reflexos diretos na saúde, além de problemas higiênicos, milhares de mulheres foram afetadas por problemas físicos e vaginais.
O objetivo Governamental sendo buscar melhor qualidade de vida para as mulheres de sua população e buscando cada vez mais atingir a meta de se tornar um país de primeiro mundo, deve deixar a ignorância de lado e prestar mais atenção em causas que são tão reccorentes no Brasil, onde o que é realidade para algumas não é o mesmo para outras, e já que essa nação canarinha é formada em sua maioria por mulheres é necessário a criação de políticas públicas para solucões de problemas como a pobreza mennstrual, o que permite ser cada vez mais visível a desigualdade social.
Em primeiro lugar, é esperado que o Estado tenha o interesse em mudar essa realidade, e é proposto que realize a criação de políticas públicas e até que seja possibilitado a distribuição de absorventes gratuítos em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) tal qual é feito com camisinhas, e que assim tenhamos a diminuição de problemáticas de higiêne e intímas relacionadas aos ciclos menstruais.