A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil

Enviada em 22/05/2024

A pobreza menstrual, muito se diz que o problema se trata a respeito da desigualdade social, saúde pública, infraestrutural e podendo ser sobre economico, sendo proporcional á falta de acesso aos ítens de higiene básica menstrual, assim como as estruturas simples e necessária para os cuidados nesse período.

Além disso, a pobreza menstrual engloba a falta de informações em relação a saúde menstrual, nisso, podemos ver o cuidado inapropriado do período, sendo capaz de acarretar doenças de saúde grave. Trazendo esses fatos em consideração, a pobreza menstrual trate-se de uma questão de saúde pública e dos direitos humanos.

A pobreza menstrual, acaba atingindo mais os indivíduos de condições econômicas, que não usufruem de recursos suficientes para o aquirimento dos produtos de higiene menstrual, como absorventes descartáveis ou reutilizável , coletores ou calcinhas absorventes. Muitas meninas possuem a tendência de ter a renda familiar baixa, e se rendem a buscar ajuda nas escolas, entre as colegas ou professores.

As escolas deveriam fazer campanhas para essas meninas que precisam, como por exemplo, deixar disponíveis absorventes em banheiros escolares, fazer entrega de pacotes todo o mês para as meninas, até mesmo os meninos, pois não é possível saber como sua mãe ou responsável está em relação a seus ciclos menstruais, os postos de saúde poderiam fazer o mesmo para as mulheres, vemos muitos mendigos pela rua, e boa parte são mulheres, se os postos de saúde disponibilizarem absorvente, ia ajudar muitas mulheres nos períodos menstruais, assim como vemos a disponibilidade de camisinhas nos postos de saúde, poderiam colocar acesso aos absorvente também.