A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 03/09/2019

Segundo Zygmunt Baumam, a falta de solidez nas relações sociais é característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI.Assim, o egocentrismo e individualismo contribuem para a continuação da elevação de moradores de rua em todo o território brasileiro.Portanto, essa população vulnerável sofre diversas violências e segregação, além de obter  baixo poder aquisitivo e escolaridade.

Nesse contexto, é válido ressaltar o psicólogo da USP Fernando Lopes, em razão de ter criado a teoria da “invisibilidade coletiva”, na qual afirmava que quem não estiver bem posicionado socialmente com riqueza e intelectualidade tornará uma mera sombra social.Dessa forma, as pessoas que vivem ao léo na zona urbana são visualizados com desprezos e sem utilidade para a sociedade , o que consequentemente fomenta o preconceito e a diminuição de ajuda dos cidadãos e das instituições.

Diante desse cenário, o Artigo 5° da Constituição prevê que todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza, além de garantir a inviolabilidade do direito a vida, liberdade, igualdade, segurança e a propriedade.Entretanto, esses princípios não são legitimados no dia a dia dos que permanecem em situação de rua, pois o Estado que tem a função de resolver ás anomalias do meio de convívio omite-se a promover políticas públicas  eficazes .

È, em síntese, factual que diante do exposto da grande dificuldade e barreira dos sem- teto o problema da grande concentração de ocupantes em vias públicas urge por medidas a criação da Secretaria Especial de Acolhimento ao Morador de Rua pelo Ministério da Cidadania, por intermédio de casas que receba-os e assiste-os com alimento,remédio e roupa e que insira-os em cursos profissionalizantes e na escola, a fim de que estejam aptos para o mercado de trabalho.