A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 27/03/2020

Para Émile Durkheim, sociólogo renomado, a sociedade deveria funcionar como um organismo vivo em equilíbrio. No entanto, diante do contexto da população em situação de rua no Brasil, há um desequilíbrio que representa um desafio a ser enfrentado de forma mais organizada pela sociedade brasileira. Por conseguinte, a falta de uma política social e de direitos básicos a essa minoria são fatores que não podem ser negligenciados.

Em primeira análise, cabe pontuar que a falta de uma política social à população em situação de rua é um desafio a ser enfrentado, visto que esse grupo de pessoas vivem em situações precárias nas ruas brasileiras, sendo vítimas da violência diária. Logo, a rua se torna um ambiente inseguro, dado que já ocorreram diversos ataques violentos a essa população, como foi retratado em uma reportagem no programa Profissão Repórter. Então, é possível notar a ineficiência do Poder Púbico, já que, por lei, deveria assegurar a segurança coletiva.

Ademais, convém frisar que para a Constituição de 1988 todo cidadão é igual e possui os mesmos direitos em uma sociedade. Entretanto, condições básicas são negadas pelo Estado, uma vez que moradia, alimentação e segurança são elementos distantes da realidade de indivíduos que moram nas ruas. Segundo o filósofo grego Aristóteles, política é uma ciência fundamental que deve assegurar o bem-estar coletivo. Porém, infelizmente, percebe-se o contrário diante do que foi dito.

Portanto, medidas são necessárias para solução do impasse. Sendo assim, o Governo deve investir em moradias populares para pessoas em situação de rua, por meio de imposto arrecadado, com a finalidade de assegurar dignidade e igualdade a e esse grupo social em condição vulnerável, já que a Constituição Cidadã garante esse direito. Em síntese, a teoria de organismo vivo em equilíbrio, proposta por Durkheim, será concretizada.