A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 22/04/2020

Com o início da Revolução Industrial, ocorreu de forma constante o fenômeno denominado êxodo rural, tendo como reflexo varias pessoas mudando-se para os centros urbanos sem terem locais fixos de moradia, passando a viver nas ruas. Outrossim, é evidente que nos dias atuais ainda predomina o problema na sociedade brasileira. Todavia, nota-se que uma das dificuldades enfrentado por essas pessoas é o desrespeito por parte do governo que não assegura os direitos básicos contidos na Constituição Federal, quanto dos cidadãos que acreditam que esses indivíduos são inferiores e não merecem respeito.

A priori, é importante ressaltar que, muitos são os motivos que levam as pessoas a tornarem-se moradores de rua, como: expulsão de casa devido ao vicio em drogas ou álcool, perda do emprego, desgosto com a vida, estrutura familiar frágil, entre outras. Além disso, segundo dados do Movimento Nacional da População de Rua (MNPR) estima-se que, em 2019, cerca de 40 mil pessoas viviam em situação de rua na cidade de São Paulo. Dessa maneira, surgem diversos problemas, como falta de alimentação, higiene e saúde, e a violência cometida para com esses indivíduos, esses fatores ferem com a carta constitucional, que garante a todos os brasileiros os direitos básicos da vida.

Da mesma maneira, outro grave problema é a exclusão social, pois, fica claro que grande parte da população os trata como invisíveis e seres rejeitados. Além disso, é evidente que, grande parte dos moradores de rua estão nessa situação devido problemas com drogas e o consumo de bebidas alcóolicas, sendo esse um fator que precisa ser urgentemente resolvido. Além do mais, há também a negligencia por parte das autoridades, que não se preocupam com a situação em que essas pessoas passam e não criam abrigos propícios as condições de quem vive nas ruas , principalmente em épocas com o clima frio onde o risco de morrerem de hipotermia é maior. Sendo assim, observa-se que a reinserção deles na sociedade é algo improbo, mas para que ocorra, é imprescindível que esses cidadãos sejam acolhidos, permitindo-os a ter melhores condições de vida.

Destarte, cabe ao Governo Federal, em parceria com prefeituras, criar abrigos que ofereçam melhores condições de saúde e bem-estar deles, como alimentação, higiene, um local apropriado para dormirem e oficinas que os ajudem a ingressar no mercado de trabalho. Logo, esses indivíduos terão melhores condições físicas e mentais, fazendo com que estejam aptos a retornarem para os estudos e trabalhos. Somente dessa forma, esses indivíduos poderão se inserir novamente na sociedade brasileira.