A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 23/04/2020

Para quem tem posição social e dinheiro, falar de desigualdade é bobagem. A frase do dramaturgo alemão Beltort Brecht aludida correlaciona-se à contradição vivida por milhares de cidadãos em situação de pobreza. Por este motivo, pode-se colocar em conta as problemáticas que os moradores de rua se posicionam. Certamente, essas pessoas são uma das consequências do desemprego e indiferença social no Brasil contemporâneo. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, dentre todos os moradores de rua, 47,7% nunca tiveram um emprego formal e 52,6% ganham entre vinte e oitenta reais por semana. Visto que, hodiernamente, uma das causas para a falta de emprego na vida de um indivíduo são as substituições deles pelos milhares de recursos que possuem em uma área de trabalho, como se observa nas fábricas, onde facilmente as pessoas estão sendo trocadas por máquinas. Com isso, irá apresentar muitos sujeitos com falta de emprego, podendo leva-los a falência, tendo então, que se desfazer de seus bens e buscando a solução de se habitar nas ruas.

Conforme a doutrina de Karl Marx, famoso sociólogo prussiano, o sistema capitalista fez nascer as classes sociais, em que sempre há uma classe opressora e uma oprimida. Não obstante aos fatos supracitados, a desigualdade na sociedade é muito alta, dando sempre prioridade para aqueles com uma vida financeira mais relevante. Sendo assim, os indigentes tendem a apresentar inúmeros problemas além da falta de moradia e de recursos financeiros, os riscos que a saúde desse indivíduo possui é de muita relevância, essas pessoas vivem expostas a todos os tipos de ameaças por não apresentar proteção e atenção adequada.

O combate para as questões dos moradores de rua citada inicialmente, a fim de conter o avanço para um país mais igualitário, deve tornar-se efetivo, uma vez que o desemprego e a indiferença social estão presentes na vida de toda a comunidade. Entretanto, desde que haja parceria entre ONGS para criar projetos de apoio a esses sem moradia e toda a sociedade mudando seu comportamento diante a esses mesmos indivíduos será possível amenizar. Assim, construindo uma sociedade mais empática e solidária para essa situação.