A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 24/04/2020

À questão da situação de rua no Brasil nunca foi dada a devida importância, visto que não é um problema só local, mas mundial. Dentre outros fatores, destaca-se um grave problema social e um sistema de educação deficiente, no qual se torna quase impossível de ter uma vida saudável e plena, e também por não existir uma forma eficaz de combate as drogas em escolas e recintos estudantis.

Certamente, o ato de mendigar não é uma forma sustentável de ganhar dinheiro, tendo em vista que muitos nem se quer conseguem comprar comida e acabam comendo diretamente do lixo de outras pessoas. Além disso, uma pesquisa publicada pelo IPEA com base em dados de 2015 projetou que o Brasil tem pouco mais de 100 mil pessoas vivendo nas ruas, e das 101.854 pessoas em situação de rua, 40,1% estavam em municípios com mais de 900 mil habitantes e 77,02% habitavam municípios com mais de 100 mil pessoas. Constatando o dado, é necessário promover maiores movimentos contra a mendicância em cidades com maiores populações.

Neste modo, a principal causa do elevado índice de mendigos no Brasil é das drogas e do álcool, tendo em vista a pesquisa feita pelo Ministério do Desenvolvimento Social de que 35,5% são apenas de entorpecentes. Causa disso é a quase que insignificante batalha de educadores que são prós ao combate de substâncias ilícitas nas salas de aula, prova disso é o Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas) feito pela policia militar a fim de ensinar a criança/adolescente a fazer a escolha certa em relação as drogas.

Dessa forma, percebe-se a ineficácia do governo no que se refere às politicas de apoio ao mendigo e a educação antidrogas. São necessárias as politicas públicas que permitam maiores acessos a educação, emprego e renda aos desabrigados. Ademais, são indispensáveis o investimento em aprendizagens sobre drogas e a importância que é estudar para ter um futuro e um emprego formal e sustentável.