A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 24/04/2020

Certamente, em uma sociedade capitalista há um preconceito enorme com moradores de rua, não apenas eles, mas também uma divisão de grupos sociais entre os pobres, classe media e os ricos. De acordo com a Fundação de Pesquisas Econômicas, apenas em São Paulo, 15.905 pessoas sobrevivem nas ruas. Com o fim de saciar sua fome, muitos dos sem teto optam por comer qualquer coisa ou até roubar, um desses problemas pode ser a falta de assistência social.

Pelo fato de, não possuírem o alimento adequado é possível obterem grandes riscos a sua saúde. De acordo com Dalai Lama, “Visto que nossa vida começa e termina com a necessidade de afeto e cuidados, não seria sensato praticarmos a compaixão e o amor ao próximo enquanto podemos?”, a ação de praticar o bem sempre será a melhor forma de lidar com os problemas e o seu estado mental. Por outro lado, a falta de assistência pelo governo gera imensos problemas na sociedade moderna e capitalista.

Evidentemente os direitos de uma moradia, alimentação e saúde sejam direitos básicos, estes o são negados, justamente pelo seu alto preconceito com moradores de rua. Segundo Aristóteles, “A política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado”, assim podendo viver entre uma sociedade mais harmônica.

Portanto, que o preconceito ao morador de rua seja algo fora dos padrões do praticar o bem, aqueles que o praticam tendem a ter uma relação mais harmônica com sociedade. Em suma importância, a arrecadação de alimentos e roupas seja um movimento nobre e não apenas isso, mas muitas campanhas são destinadas a eles. Desse modo, se a sociedade contribuísse com estes, poderia ser erradicada a fome.