A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 12/08/2020
A precariedade da vida na rua
Os “mendigos” são pessoas que vivem em uma situação vulnerável, que não tem casa, e portanto moram na rua, mas isso não quer dizer que sejam menos cidadãos ou tenham menos dignidade. Infelizmente, muita gente fica incomodada com eles e acreditam que devem somente ser escondidos ou marginalizados, porém, os excluindo da sociedade somente piora a situação, porque não teria como reintegrá-los.
A fim de trazer mais informações sobre esse grupo em vulnerabilidade, o site do Senado publicou uma cartilha que traça o perfil deles. Normalmente, as razões para essas pessoas estarem em uma situação tão precária são problemas familiares, problemas com álcool e drogas e por fim o desemprego. Somente 0,7% tem ensino superior completo, no entanto, 70,9% exercem uma atividade remunerada como catador, flanelinha ou como trabalhador em construção civil, de acordo com a pesquisa. Com essas informações é perceptível que são pessoas com força de vontade para trabalhar, então deveriam ter a oportunidade de estudar e conseguir uma vida melhor.
Esses indivíduos em situação de rua são considerados minoria porque são uma parcela da população marginalizada e excluída da sociedade. Apesar de, no Artigo 5 de acordo com o Departamento dos Direitos Humanos estar decretado que “Todos são iguais perante a lei, sem discriminação de qualquer natureza”, esse grupo é formado por cidadãos que não tem seus direitos básicos como moradia, igualdade e dignidade. Além disso, algumas consequências podem surgir, tais como, o aumento de problemas psicológicos, violência (tanto física como verbal e patrimonial) e o preconceito diário com esse grupo social.
Dessa forma, é necessário que medidas sejam tomadas urgentemente. O Ministério dos Direitos Humanos deveria incentivar mais o trabalho voluntário em ONGs por campanhas em escolas e grandes empresas. Como também criar uma rede nacional eficaz de acolhimento com um local para dormir, comida, acompanhamento psicológico e cursos profissionalizantes, com o intuito de reintegrar essas pessoas na sociedade. Desta forma a taxa de desemprego e pobreza diminuiria, melhorando a situação econômica e social do Brasil.