A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 25/05/2020
No decorrer do século XX foi assistido um significante êxodo rural, no qual a população do interior do país se viu obrigada a migrar em busca de melhor qualidade de vida nos grandes centros urbanos, todavia, muitos posteriormente foram encontrados vivendo em miséria. Contudo, transferindo a realidade atual , a população em situação de rua vive em estado de mazela, tal como alguns migrantes do século passado, por consequência de fatores como: o preconceito exercido sobre eles e a falta de oportunidade para uma mudança de vida. Dessarte os mesmos ficam presos a uma “bolha” de pobreza.
Precipuamente, é fulcral salientar que a sociedade atual é abastada de preconceito, visto de diversas maneiras, desde os recursos financeiros a cor da pele. No filme espanhol “O Poço” pessoas são colocadas em um tipo de prisão semelhante a um poço com numerosos andares, no andar mais elevado se é preparada a comida que em teoria abastecerá todos os andares abaixo, porém na prática isso não ocorre e o alimento não chega aos níveis inferiores, e tal fato causa um preconceito dos integrantes de andares mais elevados e abastecidos com os de andar inferior a qual o alimento não chega. Fora da ficção, isso é o que ocorre hodiernamente com as pessoas em situação de rua a qual é menosprezada por pessoas que tem situação financeira superior.
Ademas vale ressaltar que a falta de oportunidade de emprego afeta toda a sociedade e principalmente aqueles que vivem em situação de rua. Segundo Thomas Hobbes, o estado deve fornecer boa qualidade de vida ao povo, entretanto, não é observado qualquer auxílio do estado perante os que vivem nas ruas. Dessa maneira os moradores em situação de rua não veem como escapar da “bolha” da pobreza.
Portanto é mister que o estado tome providências para mitigar esse problema, e urge que o Tribunal de Contas da União direcione verbas para o ministério da educação e novo ministério da economia, promovam cursos profissionalizantes na grade de ensino das escolas públicas e centros de reabilitação para os indivíduos dependentes de algum tipo de droga ou que apenas sirva de moradia, para que os mesmos possam quebrar a “bolha” da pobreza em que são colocados atualmente.