A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 07/06/2020

É indubitável a fragilidade, a qual os moradores de rua são expostos. Haja vista que o de rua são imbróglios da vigente sociedade tupiniquim. Desse modo, a má manutenção do dinheiro público e os valores morais corrompidos, são responsáveis pela precária situação da população que se encontra nas ruas.

Em primeiro lugar, é válido reconhecer que o panorama supracitado limita o bem-estar do indivíduo. Destarte, como o caso que ocorreu no carnaval 2020 o qual um folião esfaqueou um morador de rua, o prejulgamento mostra-se em forma de violência. Portanto, como diz Rosseau “o homem nasceu livre, e em toda parte se encontra acorrentato”, nesse contexto, é mister que o homem se liberte da antipatia  e crie valores para a empatia e a solidariedade com o próximo.

Em segundo lugar, para garantir a reconstrução de novos valores morais, é pertinente trazer a fala de Immanuel Kant “ o homem é o que a educação faz dele”. Mediante aos fatos elencados, configura-se contraproducente as ações tomadas pelo poder executivo, uma vez que quando se negligência a educação cresce os trabalhos não regulamentatos. Por fim, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social de Combate à Fome de 2008, somente 3,2 % do contingente demográfico que se encontra na rua tem segundo grau completo, evidenciando a urgência do investimento à pedagogia canaria.

Tendo o exposto em vista, afim que diminuam a quantidade de moradores de rua e garantir sua integridade, uma ação válida é a valorização à escola. Urge que o Governo federal, instância máxima de poder, invista em programas pró educação, por meio de propagandas em mídias televisivas e melhor ensino nas escolas públicas. Assim, de forma democrática, os princípios morais se reconstruirão ao longo das gerações.