A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 16/09/2020
Segundo a teoria evolucionista de Darwin, os mais aptos sobrevivem. Porém, visto o cenário da população canarinha isso se torna utópico, pois, na sociedade atual os mais privilegiados sobrevivem. Logo, a falta de políticas públicas que gere mais empregos e a escassez de perspectivas sobre o futuro agravam a problemática de concentração de renda, deixando os menos favorecidos ainda mais a própria mercê, tanto na renda básica quanto emocionalmente.
Em primeira análise, a ausência de mecanismos de criação de trabalhos que auxiliem a população de baixa renda agrava a problemática. Com isso, sem a garantia de ofícios, ocorre o aumento de pessoas sem condições de pagar as contas, fazendo com que elas acabem deixando suas residências, para morar nas ruas. Consoante a Folha SP, existem 25 mil indivíduos vivendo nas avenidas de São Paulo, mostrando-se assim, a necessidade de preocupação com essa parcela de pessoas que detém menos assistência governamental.
Nessa perspectiva, sem seu direito de moradia assegurado pela Constituição Federal de 1988, inúmeros cidadãos se vêm sem amparo, não tendo como planejar seu futuro, porque a preocupação é para agora, hoje. Logo, bastantes jovens e adultos acabam se viciando em drogas ilícitas, e por consequência, indo viver nas calçadas. Conforme o G1, metade dos moradores de rua são viciados em algum entorpecente.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. É dever do Estado garantir os direitos fundamentais a todos, como o direito a propriedade privada, por meio de de políticas de criação de mais serviços em parceria com empresas privadas, isentando-as de impostos para que haja maior disponibilidade de vagas de trabalho, com isso, todos consigam se manter em suas casa e tenham seus benefícios assegurados, e também, que a teoria evolucionista de Darwin não nos baseie como seres humanos, em que todos devemos ter o direito de sobreviver.