A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 22/07/2020
A cultura da marginalização é um processo social que exclui o indivíduio de seus direitos previstos pela lei os tornado invisíveis. Embora, a constituição afirme que somos todos iguais perante a lei, a realidade não abrange aos moradores de rua e pedintes. Em consequência, a marginalização gera a violência, falta de saúde e o aumento da prostituição.
Em primeiro lugar, a marginalização é o resultado da desigualdade social e vícios de drogas e álcool pelo mundo. A falta de emprego causada pela baixa escolaridade, raça e xenofobia nas grandes metrópoles causam a exclusão social do indíviduo fazendo com que ele se torne um morador que necessite da ajuda de terceiros para sobreviver, além disso, a prostituição se torna uma forma de subsistência para muitas mulheres e trans sexuais para alimentarem seus vícios ou até mesmo filhos frutos de programas sexuais.
Em seguida, pode ser observado a violência e esquecimento social sofrida pelos moradores de rua, como exemplo, pode ser citado os casos de moradores que são queimados, esfaqueados e mortos injustamente, como foi noticiado pelo Jornal da Record em uma de suas matérias. Ademais, fatores naturais como o frio e enchentes também são responsáveis pela morte de moradores que não são acolhidos pelo Estado de forma adequada para se protegerem por não terem valor social.
Em resumo, é de responsailidade das esferas federais, estaduais e municipais criar métodos que minimizem ou extinguem os problemas enfrentados pelos moradores de rua. Todavia, o Ministério dos Direitos Humanos e Ongs devem criar por meio de verbas federais projetos sociais que alcancem essa população, publicidade que reforcem a necessidade de doações e oportunidades de recuperação além de construções de moradias. Somente assim, os cidadãos esquecidos pela sociededade poderam ter voz, saúde e segurança.