A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 21/09/2020

A Constituição de 1988 garante a população o direito à moradia e assistência aos desamparados. Entretanto, muitas pessoas com situação de rua não recebem as devidas assistências e passam por muitas necessidades. Nesse sentido, convém analisar dois aspectos: esse tema é diretamente relacionado ao aumento das taxas de desemprego e ao vício em drogas no Brasil.

Em primeiro lugar, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome o uso de drogas é a principal razão pelas quais indivíduos se encontram em situação de rua, cerca de 35%, seguida do desemprego com 30%, como há relatos de pessoas que arriscaram deixar a zona rural para a urbana, em busca de melhores condições de vida, acabaram sem emprego e aumentando as taxas da população em situação de rua.

Somado a isso, a dependência química que abrange a população de rua abrange o uso de drogas e ainda o consumo abusivo de álcool. Outrossim, a dependência química trata-se de uma alternativa de fuga da angústia como um meio de satisfazer o vazio de sua existência, isto é, o uso abusivo de álcool e outras drogas estão frequentemente associados ao mal funcionamento familiar e social, como cita o cantor John Lennon em, “as drogas me deram asas para voar, depois me tiraram o céu”.

Evidencia-se, portanto, a necessidade do Ministério do Trabalho, junto com o estado a dar abrigos e empregos comunitários como varredores de parque e remunerando-os, por meio de campanhas publicitárias e verbas governamentais, na qual busquem o resultado deles conseguirem outro emprego e construírem suas casas, com o intuito de cumprir com a contituiçaõ de 1988, dando assistência aos desamparados. Ademais, para o filósofo Aristóteles “A educação tem raízes amargas, mas seus frutos são doces”, como é indubtável a necessidade do Ministério da Educação disponibilizar professores para ensinarem e profissionalizar os mendigos que estarão abrigados.