A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 21/09/2020
É de conhecimento geral que a revolução industrial criou o processo de transição do feudalismo e capitalismo, em relação ao capital mercantil sobre a produção. De certa forma, alguns camponeses não conseguiram se adaptar a essa transição e passaram a sobreviver nas ruas. Na atualidade, ainda é notada a presença de pessoas que vivem nas calçadas, assim, desencadeando serias consequências. Logo, faz-se necessário que medidas preventivas sejam tomadas.
Sabe-se que pessoas em situação de ruas são aquelas que passam as noites dormindo nas avenidas, praças, embaixo de viadutos e pontes. Elas são consideradas um grupo heterogêneo, ou seja, são pessoas que surgem de diversas vivências e se encontram nessa condição por diversas razões. Dentre elas, pode-se citar: uso de drogas ilícitas e bebidas alcoólicas, a questão do desemprego e até mesmo discordâncias com parentes.
Contudo, ser indigente não é fácil. O mendigo aprende a lidar com questões inapropriadas, como: violência, falta de saneamento básico e higiene, a falta de alimentação e a precariedade. Entretanto, a presença deles também trazem inseguranças à população. Muitas pessoas se sentem ameaçadas, sem contar aquelas que são agredidas fisicamente por eles. Crianças não conseguem ter o momento de lazer em praças, isso porque os indigentes as usam como casa e até mesmo local para consumo de drogas.
Portanto, o governo deve efetuar políticas públicas capazes de melhorar os abrigos presentes nas cidades, ou seja, adicionar mais camas, além de oferecer melhores condições de vidas e oportunidades de ingressar no mercado de trabalho. Com o intuito de fazer com que eles tenham a própria renda para sobreviver. Por fim, o governo deve envolver assistentes sociais e psicólogos, a fim de ajudar aqueles que são dependentes de drogas a se livrarem desse vício para recomeçarem a vida de onde pararam.