A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 21/09/2020
Próximo da segunda metade do século XX, começa no Brasil, o processo de industrialização, com ele, surgem novas faces a população, uma delas: a desvalorização do trabalhador em função da introdução de máquinas ao meio laboral. Algumas pessoas ainda conseguiram estabilidade pelo emprego mas outras terminaram em condições desfavoráveis a vida, as ruas. Tal realidade, ainda persistente, tem como fatores: o descumprimento de fundamentos básicos constitucionais e a própria falta de empatia da sociedade a questões deste âmbito.
Vale ressaltar, que está descrito no artigo 6 da Constituição Federal: “todos têm direito a saúde, educação, alimentação, moradia”, ou seja, se o cidadão não apresentar meios suficientes para suprir necessidades vitais, é obrigação do poder público garanti-lo, diferentemente do que se é observado: indivíduos, famílias se abrigam em bancos públicos, praças, tendo como renda o “pedir dinheiro”; só demonstrando a negligência do governo a problemas sociais.
Neste contexto, também é válido esclarecer que medidas para alterar situações como aquelas, poderiam vir de pequenas ações da própria esfera social, porém, isto não é perceptível, como dizia confúcio “Não são as más ervas que sufocam o grão, é a negligência do lavrador”. Diante disso, percebe-se que o problema vem de cima, o tal aclamado “alto padrão” e não da população desprovida.
Portanto, em dimensão dos fatos apresentados, é necessário atitudes tanto do governo brasileiro, especificamente entre o Ministério da Cidadania possibilitando a maior aderência a programas sociais em fiscalização de sua realização através do Poder judiciário, além de agentes governamentais, a Mídia poderia atuar na difusão desses programas para conhecimento público assim incentivando a população a ajudar a transformar a vida de muitas pessoas.