A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 22/09/2020
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.”. Porém, os dados da Fundação de Pesquisas Econômicas, informam que somente em São Paulo, 15.905 pessoas vivem nas ruas. Desse modo, o processo de exclusão social vem crescendo. Isso se mantém por conta da falta de assistência governamental, a falta de direitos básicos e pelo descaso da população que já se habituou a essa questão.
É irrefutável que, a questão constitucional e a sua ação estejam entre as causas do problema. Segundo Aristóteles, o equilíbrio deve ser alcançado por meio da justiça. Dessarte, observa-se que o Governo rompe com essa harmonia, visto que, para essa população vulnerável são negados os direitos básicos descrito pela Constituição, como, a moradia, a alimentação e a saúde. Assim sendo, evidenciado a importância do Estado para o combate a problemática.
Consoante Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar. Dessa forma, a alienação da sociedade frente a essa questão como propulsora dos efeitos da exclusão social. Em vista disso, nota-se que, a questão desse grupo social já se tornou cotidiana e os cidadãos já se adaptaram, tornando comum a ação de passar por esse grupo e nem sequer notá-los. Assim, o crescimento desse pensamento é transmitido de pessoa a pessoa e agrava a situação no Brasil.
Portanto, para pacificar o problema, é preciso que o Governo Federal junto a Secretaria Nacional de Assistência Social, devem criar programas que promovam a reinserção do indivíduo na sociedade, através de ações que garantam a moradia, alimentação, saúde, higiene e a proteção para eles, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto as emissoras e as redes sociais, que divulguem a situação dessas pessoas e motivem a ajuda ao próximo, incentivando o sendo de coletividade. Por conseguinte, será possível reduzir gradativamente esse fato social no Brasil e restaurar o equilíbrio proposto por Aristóteles.