A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 22/09/2020
Hodiernamente no Brasil, cerca de 222 mil pessoas habitam as ruas das cidades brasileiras, segundo pesquisas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Falta de oportunidade, brigas, vícios são alguns dos fatores que levam as pessoas a procurarem as ruas como moradia. Esta condição está impregnada desde a época da abolição da escravidão, onde negros recém libertos não possuíam seus direitos básicos, como, trabalho assalariado, saúde, saneamento básico e reconhecimento como cidadão.
Em São Paulo, há o maior registro de moradores de ruas do país. Isso em razão de que a cidade é a mais procurada para oportunidades de trabalho, porém, nem todos atingem este sucesso, fazendo com que, infelizmente, percam tudo que tinham e a única solução são as grandes avenidas para morar. Ademais, é bastante movimentado 24 horas por dia, o bairro da Cracolândia, situado também no território paulista. Naquela região, encontra-se, principalmente, dependentes químicos. Esta situação aflige não só moradores, mas também milhares de pessoas que movimentam a economia, sendo prejudicada pela falta de segurança do local.
Além disso, a Declaração Universal dos Direitos Humanos não é levada à risca, pois nem todos possuem direitos igualitários. Este fato além de descriminá-los por si só, uma parcela da população ainda fazem preconceito com esses moradores de ruas, tratando-os como lixo e excluindo de oportunidades para possuírem uma vida mais digna.
Em virtude destes fatos, para reintegrar essas pessoas carentes na sociedade, é cabível por meio do governo municipal juntamente com ONGs, a reconstrução ou reforma de prédios abandonados, trazendo-lhes conforto, alimentação, saneamento básico e outras atividades para reintegração na sociedade. Além disso, o MEC disponibilizar a possibilidade destas pessoas a possuírem um ensino básico, um curso técnico para que estas sejam inseridos novamente na economia do país.