A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 22/09/2020
Em primeiro lugar, o modo de produção capitalista produziu sofrimento proporcional ao crescimento da riqueza. Quanto mais se desenvolve, mais a riqueza aumenta, a pobreza deve diminuir, porém ocorre o contrário por causa da desigualdade na distribuição de renda.
Os sem-teto acabam se abrigando nas vias públicas porque a estrutura social é desigual. E por ser uma sociedade capitalista, a desigualdade é condição para o capital se reproduzir e sempre aumentar seus lucros.
A situação de pessoas moradoras de rua não é uma condição escolhida por ela e sim uma condição que encontraram, onde por falta de apoio familiar e do estado acabam sem saída, se entregando para o mundo das drogas, violência e prostituição.
Ao longo dos anos, os sem-abrigos conquistaram um crescimento importante na área política. O Decreto nº 7.05 de 2009, a “Política Nacional de População em Situação de Rua”, sem dúvida, reapresenta um desses direitos, vários movimentos sociais, em conjunto com outras entidades, foram inclusive reconhecidos pelo Estado em termos de abrangência. Neste tipo de crise do capital, as demandas de violência, pobreza e políticas sociais aumentaram; por outro lado, as medidas de austeridade do governo estão aumentando.
Portanto, para estabelecer meios que atendam às necessidades de moradores de rua, a Secretaria Nacional de Assistência Social de cada estado deve agir afim de incluir essas pessoas marginalizadas na sociedade, buscando empregos, meios de tratamentos, assistência médica e desenvolver formas de inclusão.