A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 29/09/2020
Segundo o sociólogo Karl Marx, é possível afirmar que o destino do homem vai de acordo com aquilo que o capitalismo pode lhe proporcionar. Dessa forma, ao discutir sobre a situação dos moradores de rua no Brasil, é necessário analisar como os fatores econômicos e sociais interferem na realidade dessas pessoas.
Antes de mais nada, é importante mencionar o descaso com as pessoas que vivem em situações de extrema pobreza. Hodiernamente, é evidente a carência de medidas legais para erradicar ou diminuir essa situação, que decorre do grande acúmulo de capital, principalmente nas grandes cidades, como São Paulo, que sozinha possui cerca de 24 mil moradores de rua, segundo o censo de 2019. Assim, a globalização exerce uma enorme influência na sociedade, fazendo com que a inclusão de pessoas de classes mais baixas seja esquecida.
Em segundo plano, cabe análise ao preconceito e discriminação praticado pela população com pessoas sem-teto. Uma vez que, vê-se a todo instante notícias sobre a violência, tanto física quanto psicológica, contra essa população que não tem onde viver. Deste modo, o órgão que deveria ajudar a retirar essa pessoas da miséria, o Ministério Público, é o mesmo que não garante os seus devidos direitos.
Destarte, percebe-se que são muitos os problemas sofridos pela população de rua, com destaque não somente para o preconceito e violência, mas também para a falta de dinheiro. Para tanto, é fulcral que o Ministério Público invista em programas sociais, por meio de campanhas coletivas, para incentivar a população a ajudar essa parcela que sofre de exclusão, a fim de proporcionar a essas pessoas uma vida digna. Ademais, compete às pessoas o fim da discriminação até então praticada, para que a sociedade possa, de fato, incluir a todos igualmente. Logo, com a realização de tais medidas, os problemas sofridos pelo moradores de rua no Brasil poderão ser sanados.