A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 16/12/2020

O documentário “Eu existo” trata de uma série de depoimentos de pessoas que vivem em situações de rua, nas quais, sofrem pela invisibilidade social. Comumente ao cenário, hodiernamente, uma parcela da população brasileira se encontra como moradores de rua. Assim, essa questão social se torna um problema não só pela desigualdade socioeconômica como também por uma lacuna governamental vigente.

Diante disso, é evidente que as disparidades econômicas no país atenuam o óbice. No século XlX, Karl Marx difunde suas teorias no que diz respeito à burguesia e proletariado. Dentre elas, se encontra a que diz, que, desigualdade social em uma nação influencia principalmente à maioria da população, deixando com que uma parte dela  se encontre sujeitas as injúrias socias. Assim, esses moradores se encontram em situação de rua não só por motivos  individuais -drogas e álcool- como também por taxas elevadas de desemprego e desigualdade no contexto socioeconômico.

Outrossim, consoante à negligência governamental como impulsionador do problema. De acordo com o contratualista John Locke, o estado deve garantir os direitos básicos -como saúde, segurança e moradia- à sua população. No entanto, não é o que acontece, uma vez que, o Brasil, segundo dados do IPEA, apresenta cerca de 110 mil pessoas em situação de rua, o que, acaba corroborando para uma sociedade mais desigual. Nesse ínterim, percebe-se como o descaso desta problemática pelo governo influencia o quadro decisivamente.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impace. O Ministério dos Direitos Humanos através do Governo Federal -órgão de maior poder executivo no Brasil- deve fomentar em cada estado a criação de conjuntos residenciais, bem como um auxílio alimentício, para disponibilizarem aos moradores de ruas locais. Afim de mitigar os danos morais e sociais dessas pessoas, fazendo com que elas tenham vidas dignas na sociedade idealizada por Locke.