A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 02/03/2021

O valor da vida.

A desigualdade social é perceptível nesse mundo capitalista; poucos têm uma vida financeira totalmente previlegiada que conseguem satisfazer seus desejos mais consumistas e muitos outros vivem sem dez reais para satisfazer suas necessidades mais básicas: A fome. As instituições e a sociedade devem dar assistência para esses mais necessitados, mas deve-se refletir: as pessoas realmente estão ajudando os sem-teto?

Pela perspectiva dentro de locais comerciais, é preciso ter uma visão de como o comércio brasileiro age referente a população de rua. No final do ano de 2020, houve o falecimento de Carlos Eduardo Pires; um morador de rua que pedia socorro em uma padaria após perceber que estava vomitando sangue pela manhã. Devido o descaso dos indivíduos que frequentavam o estabelecimento, a morte se tornará ocorrente. Isso é consequência da má valorização social pela própria vida do sem-teto.

Considerando a causa mais comum para um sujeito viver na rua: o desemprego. É certo que o mercado de trabalho está cada vez mais rígido em capacidades individuais, sejam elas intelectuais ou até físicas. Isso é reflexo da indiferença do próprio sistema capitalista e governamental referente ao desejo do brasileiro de sobreviver, ignorando o fato da vontade individual que certos grupos de rua têm em querer ter um emprego.

Sendo dito isso, a sociedade está muito longe de mudar seu ponto de vista em relação a população de rua. É possível mudar esse cenário histórico-social trazendo campanhas que promovem o valor da vida de cada ser humano para o cotidiano brasileiro, intensificando o foco da campanha para os sem-teto que são oprimidos pelo corpo social. ONGs poderiam ser responsáveis por esse tipo de campanha e ainda assim, ajudar financeiramente comunidades carentes com esse tipo de problema.