A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 11/11/2021

Segundo a Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, defende de que todos são iguais perante a lei sem distinção de natureza. Entretanto, percebe-se que a lei não é cumprida na prática, uma vez que, para a população em situação de rua, os direitos básicos como a moradia e a alimentação são negados pelo próprio Estado. Neste sentido, percebe-se a configuração de graves problemas, como o grande número de dependentes químicos nesta população, haja vista a triste realidade em que vivem.

Em primeiro lugar, apresenta-se o documentário brasileiro “Eu Existo”, para esclarecer o problema político em relação a este grupo moradores de rua. Neste relato, vários depoimentos são recolhidos entre esta população na cidade de São Paulo, e o incômodo mais comum entre eles é a invisibilidade social que sofrem. Ou seja, são de certa forma, abandonados pelo governo. Esta ação fica clara, na criação da Política Nacional para a População em Situação de Rua que, em teoria, seria responsável por garantir seus direitos. Porém, percebe-se uma certa negligência no que se diz respeito a este grupo social, visto que milhares de pessoas ainda apropriam-se das ruas como moradias, sem nehuma maneira de conseguirem comida ou de protegerem-se do frio.

Outrossim, pelo fato de serem invisíveis para a sociedade, muitos destes indivíduos buscam o seu bem-estar e, a úncia maneira para alcançar esta paz, é por meio de substâncias químicas e no álcool, proporcionando não somente um vício em relação a estas drogas, mas também podem causar problemas mentais e sofrimento pscológico. Além disso, desemprego, causado pela crise econômica brasileira atual, também pode ser um dos motivos para o aumento desta população e, consequentemente, um maior percentual de problemas mentais no meio. Segundo a Pesquisa Nacional sobre a População de Rua, 35,5% dos perfis estão morando nas ruas por problemas de alcoolismo e drogas. Então, esses cidadãos, diante da triste realidade em que vivem, encontram seu alívio em um vício, tornando mais difícil a saída desta problemática.

Infere-se, portanto, a necessidade de mitigacão dos entraves em prol da diminuição das dificuldades da população em situação de rua. Assim, cabe ao Ministério da Economia, juntamente com o Ministério da Cidadania, fiscalizar as leis de proteção ao grupo social, de modo que todos tenham acolhimento social, alimentação adequada, além de acompanhamento psicólogico para aqueles com dependência química e doenças metais. Além disso, é primordial que os mesmos orgãos invistam no plano de emprego, para que estas pessoas tenham a possibilidade de uma vida digna. Dessa forma, torna-se possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos da Magna Carta.