A população em situação de rua no Brasil

Enviada em 27/10/2023

o livro quarto de despejo da escritora brasilria carolina mariaa, retrata como a vunerabilidade social dificulta o convivio pleno entre os cidadaos e o acesso a garantias e dignidade. desse modo, as lutas da protagonista da obra literaria contra a fome, doencas e precarizaçao ndo ambiente que vive sqao batalhas tb enfrentadas por moradores de rua na contemporaneidade brasileira, uma vez que, de acorodo levamntamento do gov, cerca de 280 mil pessoas estao em situaçao de rua no brasil. desse modo, a invisibilidae social e as falhas na garantia dos direitos individuais contribui com o aumento da populaçao em situacao de rua.

em primeiro lugar, e valido destacar como parte da populaçao lida com os seus semelhantes, ou seja -os moradores de ruas- nao os reconhecendo como individuos, devido a situaçao social que os mesmos se encopntram. nesse contexto, percebe-se como o egoismo atua na atualidade, onde as pessoas estao voltadas para o proprio bem estar, sem se empatizares com a vunerabiliodade que o outro nse encontra, ou seja, falta um olhar cuidadoso e empatico para a situaçao que os outros se encontram. nesse sentido, abordando as inseguranças que o sociologo zygmunt bauman retrata em sdua obra medo liquido, temse a morte em terceiro grau do individuo, ou seja, o mesmo permanesse vvivo fisicamente mas moirto poerante a sociedade. cabe um olhar para eles para que nao haja o defendido pelo sociollogo.

ademas, ha, tambem, falhas governamnetais persistenntes na questao da populaçao em situaçao de rua no brasil. Assim sendo, nota-se que como a negligencia estatl dificulda obem estar social, uma vez que priva uma parcela da SOCIEDADE DE conviver e desfrutar iguyalmente de garantias que sao asseguradas a todas populaçao. sob esse vies, a constituiçao federal pro,ulgada noa no de 1988, visa garantir aos cidadoes direitos sociais, politicos e civis, porem e nitido a voolaçao dessa constituiçao na atualidade, devido a restriçao na entrga dessas garntias.jdghasbbfjdrydhhgvjkikdkfjdhhbehbf chghdhrhrh