A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 28/04/2018

O filósofo alemão Arthur Schopenhaeur ponderava que a solidariedade pode ser comparada a alguém o qual pega um cego pela mão e o guia.Nesse contexto,percebe-se que os grandes desafios sobre a prática da justiça de forma violenta no Brasil vive sob a ausência políticas ligadas ao assunto e dos valores palestras julgados como de pouca relevância.Por conseguinte,a importância de uma análise acerca do problema para que surjam norteadores ao ponto de levar a soluções peremptórias e eficazes.

Em princípio, vale ressaltar o desenvolvimento da punição com as próprias mãos é reflexo de uma sociedade com alto teor de mentalidade o qual os problemas são resolvidos por meio da intervenção violenta.Nesse sentido,há em grande extensão de mortalidades de pessoas que chegaram a receber castigos do próprio meio de convivência.Sob tal ótica, muitos indivíduos sofrem ao serem auferidos por violência verbal e fisicamente,desencadeando, assim, muitas mortes severas,e em casos o preconceito enraizado.Ademais,são inquestionáveis as formas de palestras que devem serem aplicadas na população com um fator de otimizador a mentalidade maquiavélica e punitiva.

Além disso,é preponderante que os atos maus-tratos evoluem-se,causando efeitos sofisticados na vida dos receptores.Consoante aos estudos desenvolvidos pelo meteorologista Edward Lorenz,observou através da “Teoria do Caos” de que um simples gesto pode formular um efeito catastrófico mais adiante.De maneira análoga ao pensamento,diversas indivíduos aos serem postos a punição construída pela a sociedade, desenvolve dentro de si um receio de que não faz sentido viver, e em outras ocasiões começam a conviver com vários efeitos colaterais criados, como no caso a depressão e o medo da população.

Fica evidente,portanto,encontrar soluções para minimizar a questão da prática da justiça com as próprias mãos no Brasil.Nesse viés,cabe aos Ministérios da Justiça e Educação implementarem aos livros didáticos de sociologia um plano de aula que relacione a violência criada pela sociedade como forma de  punição as consequência que desenvolve na saúde psicológica dos indivíduos,com o fito de despertar o senso crítico de muitos jovens para combater e questionar.Do mesmo modo,deve haver extensão universitária das faculdades de ciências sociais e de psicologia com ciclos de palestras abertas à  população sobre a elevada taxa de mortalidade criada a partir do efeito punitivo,tento,assim, a formação da conscientização populacional.Outrossim,a mídia com apoio da Organização não Governamental(ONG), deve promover campanhas propagandísticas em jornais e seriados acerca dos desafios que estão entrelaçados as ações violentas,diminuindo,assim, a mentalidade maquiavélica.

Fica evidente,portanto, encontrar soluções para minimizar a questão da justiça com as próprias mãos.Nesse viés,cabe aos Ministérios da Justiça e da Educação implementarem nos livros didáticos de sociologia um plano de aula que relacione a violência praticada pela própria sociedade aos fatores