A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 22/05/2018
Ao analisar o tema vê-se que é uma realidade atual no Brasil, um país onde a taxa de violência já é alta, buscar por justiça com as próprias mãos só aumentaria ainda mais, e não ocorrendo paridade alguma. Tal fato, na maioria das vezes se relaciona com a economia , para obter algo é necessário muitas horas de serviço e tudo acaba tendo um grande valor material.
A proposta de porte de armas para o cidadão de bem se defender vem sendo um grande debate, pois muitas vezes não são usadas apelas como legítima defesa, elas passam a terem papeis de controles de consequências, como seguia aquela antiga lei mesopotâmica “olho por olho e dente por dente”. Porém não é apenas com uma arma na mão que o ser humano busca por justiça, e fazendo com que não acha muita diferença entre o agressor e a vítima perante a lei.
Contudo, o problema está longe de ser resolvido. A maioria dos roubos e furtos se relacionam com a alta taxa de desemprego, e aqueles que são assalariados precisam de horas de serviço exaustivas para poder comprar ou desfrutar de algo, que pode ser levado a qualquer momento por infratores. E muitas vezes o roubo vem acompanhado com as violências físicas e as deflorações, que trazem grandes transtornos para os violentados e os presenciadores.
Portanto, medidas são necessária para resolver o impasse. O Poder Legislativo deve criar leis ou emendas constitucionais para aumentar as penas de casos que são decorrentes as violências no país, e que elas sejam mais abrangentes e vigorosas. O Poder Executivo deve executar estás novas leis por meios de conscientização, como palestras educativas para toda a sociedade e também pelo noticiário Voz do Brasil. O Poder Judiciário deve agilizar os casos a serem julgados, contratando mais funcionários, e dar sentenças em que a sociedade se identifique como também sendo o justas].