A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 14/06/2018
No nordeste brasileiro, Lampião e seu grupo , inconformado com a omissão do governo e as injustiças sociais , faziam justiça com as propiás. Longe desse marco histórico, essa realidade torna-se presente nos dias de hoje. Todavia, apesar dos investimentos na segurança. Pois, em 2017 teve mais 2 mil novos policias na Bahia a sensação de insegurança faz-se presente e muitos acabam fazendo justiça com as propiás mão.
Sob essa ótica, como diria o filósofo Jean Jacques Rosseau “o ser humano é bom por natureza mais a sociedade o corrompe”. Logo, a omissão do Estado torna a classe baixa mais propensa a entrar no mundo crime devido a falta de investimentos em programas sociais, educação e geração de emprego. Ainda sobre isso, como afirma um morador de São Paulo entrevistado no Profissão Reporter, “tornou-se natural os roubos aqui na vizinhança, e se o estado não dá conta, a gente resolve por conta propiá”. Dessarte, é possível notar que essa situação necessita de novas medidas. Pois, a apesar do Governo investir em segurança, a violência se manifesta.
Parafraseando o filosofo Augusto Cury, os fracos usam a força e os fortes as ideias. Fica claro que, é preciso denunciar o meliante e deixar que a justiça solucione o caso. Pois, a partir do momento que uma pessoas reage usando de meios violentos podendo conter a agressão de outra forma, não está mais agindo em legítima defesa como descrito no código penal. Ademais, segundo o Jornal O Globo, parece que o Brasil está revivendo o Código De Hamurábi da Mesopotâmia “olho por olho, dente por dente”. Pois, houve um aumento de 20,48% no número de pessoas que tentam fazer a justiça por conta propiá.
Urge, o poder Executivo poderá por policias para circularem 24 horas principalmente, nos bairros mais violentos, a fim de conter a violência. Além disso, as pessoas poderão ligar para a polícia por um número que chegara até a central telefônica e, de imediato, será acionada uma viatura. Pois, somente assim, não será necessário reviver a época de lampião.