A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 10/08/2018

Segundo Zigmunt Bauman, em sua concepção de modernidade interligada o homem é responsável pelo outro, seja de modo explícito ou não. Devido ao mundo globalizado, tudo que alguém faz causa impacto na vida do outro. Dessarte, tem sido evidente o descaso social e político em sanar as práticas da justiça com as próprias mãos no Brasil. Nesse âmbito, é necessário que hajam métodos severos de educação e prevenção contra esses atos.

Em primeiro plano, vale ressaltar que por volta de (1200 A.C.), foi criada uma lei que se resumia em igualdade em crimes e punições, sendo a " lei de Talião". No entanto, após tantos séculos, a sociedade brasileira ainda se faz evidente a ação da justiça pelas próprias mãos. Sendo assim, por muitos há a banalização da vida, em que, por conta de uma ação que infringe as leis, o individuo se acha no direito em práticas atos de violência contra a vida do outro. Ademais, não é condizente com uma sociedade que se alega que a violência é assustadora, contando que, surgindo oportunidades efetua um linchamento.

Outrossim, os fatos que mais permitem que a justiça pessoal sejam feitas, são por conta da omissão do Poder Judiciário, que se fica acoado, quando ainda faltam ordens que sejam mais rígidas. Além disso, é importante que o processo de leis seja educativo e não coercitivo, uma vez que, como se elencava Maquiável " o homem por natureza é mal", quando na verdade nesses casos, não

Em suma, é crucial que indivíduos busquem uma sociedade ideal na qual seja menos justiceira. Além disso, urge que o Poder Legislativo, inicie atos que tornem as leis mais severas, com maiores punições, uma vez que é importante que exista poder sobre as ações que não condizem a ética, mas também demonstrar que a lei é uma forma pedagógica de manter a ordem, através da criação de leis, a fim de sanar a justiça pelas próprias mãos.