A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 03/09/2018
Conforme o pensamento do sociólogo,Jean Paul Sartre,a violência é sempre uma derrota, independente de qual forma ela se manifesta.Nesse contexto,dentro de uma sociedade enraizada de violências,o Brasil torna-se um cenário desafiador referente a prática da justiça por conta própria.Entre tantos fatos que merecem ressalva,destaca-se a omissão do Poder Judiciário e o julgamento da sociedade , diante dessa problemática.
Em primeira análise,vale ressaltar que ocorre falhas na educação do Estado,perante ações de injustiça.Uma das razões para isso,são as imperfeições das punições dos crimes cometidos na sociedade resumida em violência,dessa forma,abre-se espaço para a revolta e automaticamente alguns indivíduos agem com o seu estado de natureza,o que gera uma naturalização da violência em comunidade.Consequentemente, as práticas de justiça com as próprias mãos,constitui na habitação da banalização da vida e nos atos desumanos cometidos .
Atrelada a ausência do Estado na prática de justiça,o julgamento na sociedade é constante na falta de informações do contexto.Isso porque, costuma-se julgar os indivíduos pelo o âmbito social,cultural e econômico.Assim sendo,pessoas negras, população que moram em bairros poucos luxuosos ou não demonstram ter boas condições , são os primeiros suspeitos de algum crime.
Portanto,para que as ações de justiça com as próprias mãos seja resolvida,é necessário que o Governo juntamente com o Ministério da Justiça,desenvolva leis com fundo educacional e não coercitiva,e também benefícios na segurança da população , para que a sociedade não se sintam acoadas , perante um contexto de crime.Além disso,o Ministérios da Educação deve conscientizar e educar gerações futuras,por meio de palestras e aulas,o respeito e a tolerância com as diversidades,em prol de uma população com menos julgamento e mais informações .Sendo assim,o país conseguirá amenizar o impasse e desenvolver mais igualdade social.