A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 09/10/2018

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e bem-estar social. Conquanto, a grande quantidade de violência que se espalha por todos os lugares acaba influenciando bastante com que haja à justiça com às próprias mãos. A falta de eficácia da segurança em consonância com o temperamento emocional humano acabam direcionando às pessoas a ainda mais à prática dessa justiça, por isso, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.

A ineficiência da segurança brasileira é um dos fatores que mais gera revolta na população pois altas taxas de criminalidades vêm sido registradas todos os dias. Um professor da USP (Universidade de São Paulo) pesquisou sobre casos dessa prática de justiça, os chamados “linchamentos”, e concluiu que no Brasil há no mínimo um caso registrado por dia dessa tal ação, a que se deve ao fato de que existem poucos profissionais da segurança para a quantidade de casos de violência no país.

Faz-se mister, ainda, salientar o temperamento explosivo humano como um impulsionador do problema, pois no mundo caótico em que se é vivido, motivos de revolta, como já foi citado anteriormente, acaba levando o ser humano a fazer à própria justiça. Nesses momentos o que é mais usado é o Código de Hamurabi, “olho por olho, dente por dente”, tendo em vista que no “calor do momento” o temperamento leva à pessoa a perder o controle da situação e fazer sua própria justiça.

A prática da justiça com às próprias mãos, portanto, ainda é algo em evidência no Brasil. O Governo poderia melhorar o sistema de segurança investindo e capacitando mais profissionais, já que um dos motivos que levam à sociedade  a fazer à própria justiça é a indignação com a ineficácia da segurança pública. Junto a isso, o Ministério da Educação juntamente com o da Segurança Pública deveriam orientar à população por meio de palestras a como agir em situações que podem levar o ser humano a fazer a sua própria justiça. A partir dessas ações, espera-se mudanças na sociedade em relação a esse problema.