A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 24/01/2019

Instaurado um “clima” de insatisfação e revolta por conta das altas taxas crimes e homicídios, o estado segue desacreditado, provocando a população buscar outros meios de justiça.Se utilizarmos do código de hamurabi, " olho por olho, dente por dente", nesse tempo já estaremos todos cegos ou caolhos.

O estado vem perdendo sua capacidade de prover segurança pública, com leis que não funcionam ou que não são aplicadas da forma que deveriam. Com o seu sistema assolado pela corrupção, retratado no filme " tropa de elite", que mostra as dificuldades de se aplicar a lei, e as suas falhas e a dificuldade de se manter ético em um ambiente corrompido. A consequência são suas baixas taxas de resolução de homicídios, causando nas pessoas, um ódio ao ponto de fazerem justiça com as próprias mãos.      Desacreditados e indignados, cometem barbáries manchando suas próprias mãos de sangue, que em muitos casos de um inocente. E essa tal “justiça” trouxe de volta o debate sobre porte de armas, dando a qualquer um o poder de julgar e condenar o outro de acordo com a sua vontade, seja ele culpado ou não. Se retrocedermos a um codigo antigo e com atitudes Bárbaras, só escolheremos o caminho mais fácil,e no final terminaremos todos cegos.

Tornasse evidente, a necessidade de reformular o sistema brasileiro para garantir esse direito básico para o cidadãos. Em decorrência disso, o poder legislativo e judiciário, devem tornar as leis mais eficazes e justas. Assim como a capacidade e a qualidade, de um sistema presidiário defasado. Para garantir a resolução dos crimes, uma polícia preparada com investimentos e tecnologia, se espelhando em modelos sucedidos como o FBI e a CIA. Dessa forma a sensação de impunidade vai se extinguindo progressivamente.