A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 07/02/2019

A Prática da Justiça com as Próprias Mãos no Brasil

O justiçamento ou a prática da justiça pelas próprias mãos, em nossos dias ganhou uma maior atenção por conta dos meios de comunicação e sua margem de alcance. Este fenômeno de comunicação são as redes sociais, os quais nos permitem o acesso se não on/line, passou a fazer tais coberturas on/time. Garantindo, deste modo o destravamento que era imposto pelas mídias tradicionais as massas através de sua informações editadas e transmitidas.

Sabe-se que já na década de setenta muito se ouviu falar da policia de São Paulo a Rota, como uma das mais perigosas do país. Pelo fato de praticarem este tipo de justiçamento, para temor dos meliantes. Posteriormente o grupo que ostentou este título, por sua evidente prática foi a Policia Mineira temida e respeitada pelos meios utilizado em seu justiçamento. Semelhantemente no Rio de Janeiro uma figura emblemática que se destacava na região de Caxias e adjacências. Atendia pelo codinome de mão branca, o que garantia o seu anonimato. Uma vez que o justiçamento era uma de suas práticas, e quantas vidas foram tolhidas por este tipo de atitudes fora da lei.

Parece que tais execuções passaram a fazer parte do censo comum, mediante a algumas medidas tomadas por algumas famílias, pode-se dizer que beira ao absurdo, para um observador. Ou seja, enquanto a discussão política aponta a direção do politicamente correto; destaca-se a fragrante omissão do poder público que não consegue atender a crescente demanda de crimes, o que acontece. Devido a falta de aparelhamento do Estado que em sua insuficiência não apresenta solução aos crimes praticados. Emergindo por conta destes fatos a contante busca por meios ilícitos para a solução dos problemas cotidianos a mediáticos.

Portanto, não se fala de um fenômeno novo, mas de práticas que se inovaram exacerbadamente nas mídias sociais por sua força; fatos, que antes, não se registravam com a mesma força por conta das mídias tradicionais.