A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 11/02/2019
Desde o Iluminismo, já sabemos, ou deveríamos saber que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. Quando se observa a prática da justiça com as próprias mãos no Brasil, percebe-se que esse ideal é verificado na teoria e não na pratica. Importantes passos já foram dados na tentativa de se reverter esse quadro. Portanto, para que seja conquistada uma convivência realmente democrática, hão de ser analisadas as verdadeiras causas desse mal.
Em primeiro plano, é importante sinalizar que o ato de justiça com as próprias mãos é crime. No entanto, as leis e códigos penais estão sendo desrespeitados de uma forma que não só pelas comunidades mas também até por pessoas que tem como trabalho assegurar a população de seus direitos e de atos criminais e tais violências que cometem homicídios. Nesse viés, pode-se analisar atualmente em várias regiões, ações de agressão por tentativas de roubos e furtos pela população, por maioria da vezes por não ter apoio judiciais e recorrência dos policiais.
Em uma análise mais aprofundada, devem ser considerados fatores culturais e educacionais brasileiros. De acordo, com os pensamentos do sociólogo e filosofo moderno do seculo XVIII, Immanuel Kant, diz “o homem é aquilo que a educação faz dele”. Nesse sentido, e com algumas das decorrências desse tema, as leis não estão sendo vistas como educativas. Pois, os quais ás criam se delimitam a não cumprir os direitos de cada cidadão.
Contudo, torna se evidente, portanto, que a prática da justiça com as próprias mãos no brasil é grave e exige soluções imediatas, e não apenas um belo discurso. Ao Poder Judiciário, cabe fazer valer as leis, já existentes, oriundas de inúmeros discursos democráticos, dando assim mais segurança aos moradores, pessoas sem-teto e crianças. A mídia, por meio de ficções engajadas, deve por meio dessas ocorrências e causas acontecidas, através de suas redes instigar mais denúncias – cumprindo, assim, o seu importante papel social. A escola, instituição formadora de valores, deve promover palestras a pais e alunos, para que discutam essa situação de maneira clara e eficaz. Talvez dessa forma esse tema se faça presente apenas em futuros livros de história, e que a sociedade brasileira possa transformar os ideais iluministas de fato em prática, e não apenas em teoria.