A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 09/02/2019
Durante 1700 a.C, na antiga mesopotâmia, a prática da justiça com as próprias mãos era bastante comum.Haja vista que, havia o Código Hamurabi, lei do Talião - olho por olho, dente por dente - que permitia esse ato.Hodiernamente, com a falha do sistema,e a segurança precária, as pessoas acabam agindo de forma ilegal pelo fato de não haver punição contra esse infratores.Sendo assim, elas se veem obrigadas a realizar esses tipos de ações por motivos de revoltas.
Segundo Nelson Mandela , ‘‘A educação e arma mais poderosa para mudar o mundo’’ .Por conseguinte, é notório a ausência do conhecimento nesses lugares.De tal forma que, para inverter esse cenário atual de pudor ao ódio,antes de tudo,é fundamental adotar um investimento na educação de qualidade,visando não só libertar essas pessoas presa a ignorância, como também abrir oportunidades para esses indivíduos que se encontram no crime tendo em vista como a única saída.Com isso, é indubitável que os comportamentos dos cidadãos na sociedade mude para melhor.
Em 2017 , um caso que ficou muito conhecido devido aos compartilhamentos nas redes sociais, foi de um jovem que tem sua testa tatuada ‘‘sou ladrão e vacilão’’ após furtar uma bicicleta.Embora, a vítima não tenha tomada a medidas certa, é comum essas revoltas por parte da população.Ademais, pelo motivo de não haver punição adequada, principalmente por esses infratores apresentarem uma dependência química ou um problema psicológico.Dessa maneira, a ausência de programas educativos no sistema carcerário fazem com que eles voltam a praticar quando se encontram livres.Desse modo, é impossível mudar esse cenário sem que haja uma mutação na legislação.
Inferi-se, portanto, que é mister a transformação no sistema político.Dessa forma, cabe ao governo junto com o Ministério da Justiça implementar uma punição adequada para esses marginais, por meio de medidas,com o fito de educar o individuo de maneira que ele retorne apto a viver na sociedade.Porém,para que isso se realize, o Ministério da Educação com a participação de ONG’s deve criar programas educativo no sistema carcerário os quais ensinam algum trabalho a essas pessoas.Dessa maneira, ele voltará a ser incluso na sociedade.