A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 06/06/2019

Em um país onde os índices de criminalidade aumentam todos os dias,  e muitas vezes a segurança dada pelo governo sendo falha, é comum determinada parte da população se sentir ameaçada, buscando se defender e cobrar justiça, mesmo que de forma incorreta ou ilegal.

A demora do sistema judiciário em julgar casos, e a futilidade com que casos graves são tratados tem contribuído grandiosamente para a indignação da população, onde muitos vão atrás da sua própria justiça, cometendo assim muitas vezes atos impulsivos. Segundo a constituição brasileira, consta no Art. 5º o seguinte: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Seguindo essa lei, praticar a justiça própria violaria o direito a vida, assegurado por ela.

Além disso, pessoas tem tentado cumprir um papel que é somente do estado, sendo ele garantir o direto ao julgamento, diante da lei. O fato de uma pessoa ser pega em flagrante no caso de suspeita de roubo não nos da o direito de sentencia-lá a morte, o que infelizmente acontece em muitos casos onde a população faz própria justiça.

Portanto, para que possamos superar essa situação de querer fazer justiça, é necessária uma reforma no sistema judiciário para que casos sejam julgados com mais agilidade. Fazendo assim com que o sistema tenha mais crédito e confiança por parte da população. Também é necessário passar campanhas conscientizando a população de que fazer a justiça própria não é correto, podendo acarretar em problemas para ambos os lados.