A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 06/06/2019

A justiça é uma ação que traz muita repercussão na sociedade porque mostra a grande variedade de opiniões. Porém, para se viver em sociedade é necessário que hajam limites, admitindo assim a necessidade de imposição das leis e, consequentemente, de suas punições, ou seja, estipulação de ordem e de justiça. Todavia, há um problema com o modo que algumas pessoas realizam essas punições, visando especificadamente a vingança ou a chamada “justiça com as próprias mãos”.

Estas vinganças remetem ao passado, na época do Código de Hamurabi, popularmente conhecido como a lei do olho por olho e dente por dente, onde as pessoas tinham o direito de cometer o mesmo crime contra o indivíduo que o infligiu primeiro. Assim, percebe-se que a “justiça com as próprias mãos”, além de não deixar de ser um crime, também trata-se de uma hipocrisia, porque a pessoa que crítica o acontecimento também o realiza do mesmo modo, mas por vingança. Portanto, é importante que o próprio Ministério da Justiça puna os infratores, pois não cabe a nenhum civil julgar outro a partir dos preceitos seguidos por aquele.

Além do que foi citado anteriormente, é perceptível que a criminalidade e as opiniões sem embasamento provêm da falta de educação na maior parte dos habitantes brasileiros, o que gera a alienação geral, resultando na busca pela violência como resposta para a resolução de conflitos.

Como argumentado anteriormente, é visível que são necessárias adequações para que a justiça seja tomada de forma mais prudente. Visando isso, o Ministério da Justiça deve se responsabilizar pelas penalidades do não cumprimento da lei, lembrando que pode ser previsto a condenação à prisão ou a multas, já o Ministério da Educação poderia propor capacitação aos professor para que possam ensinar os alunos desde cedo que violência só gera violência, ou seja, não devemos devolver com a mesma “moeda”, como dizia Pitágoras, eduquem as crianças para que não seja necessário punir os adultos.