A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 06/06/2019

No mês de junho de 2019 ocorreu que uma mulher matou um policial, alegando ser seu namorado, por ter ‘‘dormido’’ com sua filha e gravado um vídeo, contudo tanto o vídeo quanto o ato sexual foram consentidos e a menina era de maior. Esse fato é um de vários outros que ocorrem cotidianamente, inconsequentemente as pessoas praticam crimes por ser injusto esperar o órgão responsável tomar as devidas previdências no caso quando necessário.

Certamente um civil inapto a praticar a chamada justiça, por si só, é indescritivelmente perigoso não apenas para si e para o criminoso da situação, mas também para a sociedade em um todo. Visto que não há clausulas do código penal que legalize crime cometido por justiça de outro crime, saindo impune.

Isso porque alguém que foi vitima de um crime está, na maior parte das vezes, preenchido por raiva e sede por vingança, sendo assim deixar que o justifique pelas próprias mãos infringirá qualquer direito humano do criminoso e sem estabelecer limites o tornará vítima.

Por conseguinte, é necessário que as vítimas, em quaisquer casos, sejam conscientizadas pelos órgãos de segurança publica que atos de vingança são considerados crimes punidos pela justiça, assim como estabelecer um protocolo de atendimento psicológico pelo ministério da saúde para quem sofreu lesões corporais como estrupo, ou perdeu familiares por homicídio.