A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 12/06/2019

A tendência da legalidade com as próprias mãos marca o sertão nordestino através de manifestantes denominados cangaceiros, pois praticavam atos de violência contra os coronéis que comandavam as regiões.

Logo, esses atos são realizados quando o individuo promove protesto contra o Estado.

Dessa forma, o julgamento popular infligem o poder judiciário, e também o homem no seu ‘’estado natural’’ promove a ação da violência com as próprias mãos.

Dessa forma, o governo por intermédio do judiciário realizam os julgamentos dos indivíduos que praticaram atos que infligiram a lei, pois a justiça realiza a sentença de forma imparcial.

Mas, os atos cometidos pelas próprias mãos dos populares não admitem defesas, afinal julga o sujeito e não o ato cometido.

Logo, a justiça popular ocorrida torna-se injustiça, uma vez que o ato criminal acontecido não determina o homem.

Todavia, a sua sentença determinada no poder judiciário será utilizada para correção do ato criminal realizado.

Desse modo, a justiça possui seus três poderes (executivo,legislativo e judiciário) para que haja o estabelecimento da ordem social, porque é necessário que a sociedade tenha seus direitos assegurados.

Conforme, defendeu Thomas Hobber o homem em ‘’estado natural’’ remete as condições bárbaras que podem prejudicar o outro, assim viverem em um constante estado de guerra e insegurança.                   Portanto, as execução das leis e seu julgamento sustentado na justiça garante a estabilidade social.      Sendo assim, torna-se evidente que as práticas de justiçamento popular remete aos atos cruéis do homem em seu ‘’estado natural’’.

Em razão disso, é necessário a realização de campanhas e palestras pelo Ministério da Justiça através de fóruns populares para alertarem a sociedade das funções dos três poderes da república brasileira.

Como também, é primordial a efetuação de pesquisar, documentários e livros para compreensão individual para que não aconteça a contribuir com o justiçamento popular.