A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 12/07/2019
No filme, “vingadores guerra civil”, o dilema que os personagens enfrentam, é o de fazer a justiça com as próprias mãos ou esperar a atuação do Estado. Contudo, não e apenas na ficção que esse empasse ocorre, tendo em vista, que segundo o site “NEXO”, estimasse que um milhão de pessoas tenham cometido esse ato na última década. Isso se dá, ora pela ineficiência dos órgãos de segurança, ora pela precariedade das instituições de educação.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que apesar de existirem diversas leis e corporações destinadas a proteção dos direito dos cidadãos, suas funções não são exercida com êxito, já que, segundo a empresa de entretenimento BBC, dois de cada três brasileiro não se sentem protegido pelos direitos humanos. Ademais, esse dado vai de encontro com a concepção do filósofo Thomas Hobbes, visto que, para esse pensador a passagem do estado da natureza para o estado civil, ocorre pela necessidade de uma instituição que garanta a segurança, algo que não ocorre segundo boa parte da população.
Outrossim, é que segundo o site “desafios da EDUCAÇÃO’’, apenas metade da população brasileira possui o ensino médio completo, isso também se reflete no comportamento desses indivíduos. Posto que, os cidadãos que não adquiriram uma educação adequada, muitas vezes estão leigos da constituição que os protegem, e assim, sentem que só podem apelar para a força como forma de manter-se protegidos.
Por fim, os problemas relacionados a persistência da justiça com as próprias mãos ocorre graças a ineficiência do Estado em prover proteção de qualidade. Desse modo, o ministério da segurança publica deve criar um maior policiamento nas regiões com alta criminalidade, fazendo isso por meio de uma contratação de mais profissionais e um maior investimento de verba nessa área, para que a população volte a se sentir protegida e não tenha mais que agir como “justiceiros’’, e dessa forma criar-se um ambiente seguro para que as pessoas possam apreciar um vida sem tanta violência.