A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 13/09/2019
A justiça com as próprias mãos no Brasil é um tema demasiadamente debatido em âmbitos acadêmicos e jurídicos, por decorrência de muitos fatores, a exemplo da Constituição Cidadã de 88, juntamente com o aumento no número de infrações e marginais na atual sociedade brasileira, nos quais corroboram com a injustiça na atualidade. Por certo, por meio dos argumentos anteriormente delineados, é necessária uma intervenção nos meios legislativos e de segurança, para atenuar a grande questão da punição citada.
Segundo dados estatísticos de organizações confiáveis, como a ONU, somos um dos países mais perigosos e violentos que existem na contemporaneidade. Em primeira análise, de acordo com Luiz Orleans e Bragança, em seu livro “Por Que o Brasil é um País Atrasado?” Uma constituição ampla, é sinônimo de centralização de poder e economia nas mãos do Estado, e um amplo poder centralizado é facilmente sabotado ou totalitário, logo, o Brasil atual detém seus maiores problemas provenientes da centralização estatal, que além disso, é responsabilizada pela má-administração e insegurança, que por ventura, desestimula o empreendedorismo.
Em segunda análise, tem-se a falta de segurança pública extrema que assola a atual sociedade brasileira. Por decorrência disso, a constituição cidadã de fato privilegia a falta de justiça social, por meio de seus múltiplos artigos que se baseiam nos direitos humanos, na qual acarreta em um aumento da criminalidade e também na “justiça com as próprias mãos” praticadas por comunidades.
Por consequência, nota-se o que a falta de educação efetua nas vidas de milhões de brasileiros, por meio de propagações de ódio, violência e manipulações, que haja vista, é corroborada com o ranking mundial de educação do Brasil comparado a outros países, juntamente com os casos de linchamentos injustos no país, a exemplo de uma mulher morta inocentemente após boatos de bruxaria praticados com crianças.em Guarujá.
Em síntese, necessita-se da alteração das leis vigentes e da constituição federal, por parte do Estado e de seus órgãos integrantes, para que as justiças, de fato, juntamente com a melhoria de educação de qualidade para todos os brasileiros, se efetuem no cotidiano de milhões de pessoas, a fim de evitar a todo custo, a prática da “injustiça” com as próprias mãos, por meio de leis seguras e refeitas, com menos poder e responsabilidade estatal.