A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 06/10/2019
Injustiças acontecem o tempo todo. Algumas menos prejudiciais, como o roubo de um celular, e outras mais graves, como a morte de um inocente. E, muitas vezes, a justiça não conseguir punir merecidamente os culpados. Será que voltar à ideia primordial do “olho por olho, dente por dente” é o melhor a se fazer? Certamente não, pois isso só traria mais problemas, transformando novamente o seres humanos em bárbaros, além de cometer grandes infrações, no caso de morte.
A princípio, a ideia de pagar algo com a mesma moeda pode ficar perigosa e errada a partir do momento que alguém quiser pagar uma morte com um assassinato. Não estaria sendo hipócrita a pessoa em questão? Sim, pois estaria cometendo um crime para pagar outro crime. As autoridades teriam que se preocupar um dois assassinos ao invés de um só. A sociedade, então, se tornaria repleta de ladrões, assassinos, criminosos em geral.
Ademais, a prática da justiça com as próprias mãos tiraria auroridade dos encarregados de cuidar do bem-estar social, faria com que os tribunais e até presídios entrassem em desuso, o que seria muito prejudicial para todos. A lei não valeria em nada, um verdadeiro caos.
Por isso, é dever do Tribunal de Justiça tratar melhor de todos os casos, por mais pequenos que sejam, para assim ter melhores punições aos culpados por qualquer delito e controlar e acalmar a ira social de pessoas que sofreram injustiças.